TEMA DA PRIMÁRIA

"Todos os teus filhos serão instruídos pelo Senhor, e a paz de teus filhos será abundante".

(3 Nefi 22;13)

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Levando as crianças à Conferência


A Conferência Geral da Igreja, é uma ocasião muito esperada em que recebemos revelação pessoal e podemos sentir mais forte em nosso coração a veracidade do evangelho de nosso Salvados, o Senhor Jesus Cristo. Um evento em que "o Santo Espírito fala ao nosso espírito". Porém, algumas vezes, deixamos de usufruir de todo o banquete espiritual que está a nossa frente porque não nos preparamos e não preparamos nossa família adequadamente.

Já ouvi várias mães dizerem que não assistem as conferências porque suas crianças não deixam. É bem verdade que concentrar-se nos discursos e cuidas dos filhos pequenos ao mesmo tempo é tarefa para heróis e heroínas. Mas, há algumas coisas pequenas que podemos fazer para que as mães, os pais e os pequeninos tenham uma experiência ainda melhor numa sessão de conferência. Gostaria então, de fazer algumas sugestões, aliás, de lembrar algumas dicas, pois são idéias conhecidas de todos, apenas esquecemos de usá-las algumas vezes.

1 - nos dois dias que antecedem a conferência, procuremos estar mais organizados do que o de costume, proporcionando às crianças as horas de sono que necesitam e cuidando para que sua alimentação seja de melhor qualidade, evitando refrigerantes, frituras e excesso de guloseiams, que podem provocar mal estar (incluindo gases que causam dores).
2 - conversar com as crianças repetidas vezes, de forma natural, falando sobre a ocasião da conferência, também é importante. Não importa a idade dos pequeninos, precisam desde muito cedo saber que o profetas e outros servos do Senhor estarão falando especialmente para eles e para seus pais para que possam ser mais e mais felizes.
3 - Alimentar bem as crianças antes de sair de casa. Muitas vezes precisamos alimentar os pequeninos mesmo durante uma reunião. Mas não vamos abusar. Nada de atropelar o relógio e daí dizer que não vai dar tempo de fazerem um lanche e que comem na capela. Os pequeninos precisam fazer uma boa refeição antes, tomar água e usar o banheiro. Tentando assim diminuir os contrtempos com tais necessidades.
4 - Leve pequenos lanches e só ofereça se for necesário. Procure levar biscoitos ou pãezinhos que não esfarelem como uma farofa. E de preferência que não estejam na embalagem original que geralmente são barulhentas, vasilhas plásticas com tampa são ideais. Lembre, a capela não é local para pique-nique, muito menos numa conferência, então, usemos de sabedoria, sem deixarmos os pequeninos passarem fome.
5 - Se sempre ensinamos nossas crianças sobre não deixar lixo no chão e nos bancos da capela, como ensinamos a não fazer isso em casa, elas mesmas não deixarão sujeira se precisarem comer, portando, precisam de supervisão. Se temos filhos que ainda não são adultos não podemos ao final de uma reunião simplesmente levantar e sair, é preciso fazer uma vistoria rigorosa no espaço que usamos.
4 - levar papel e lápis para desenho não é nenhuma novidade, mas vamos fazer o negócio direito. Levar em estojo emborrachado ou de tecido para que evite sons estridentes, apontar todos os lápis antes, levar papel e lápis colorido suficiente para todas as suas crianças e ainda adicionais para alguma outra criança que não é seu filho e que esteja inquieta. Lembrar de dar aos pequeninos a tarefa de desenhar algo relacionado com a conferência, mas seja específico, diga que desenhe o profeta, ou o Salvador, ou o Templo, etc, ou imprima com antcedência desenhos relacionados ao evangelho para que os pequeninos os pinte, aqui mesmo nesse blog há alguns e também existem vários nos outros blogs relacionados na barra lateral. Não espere que uma criança de quatro anos esteja ouvindo o discurso e saiba o que deva desenhar. Também, não cometa a gafe de pedir aos seus cinco filhos que todos desenhem as escrituras por exemplo, isso irá gerar uma competição entre eles, dê temas distintos.
5 - Não leve brinquedos que fazem ruídos. Brinquedos feitos de material rígido são um grande problema, pois não só são barulhentos se a criança os bate contra outra superfície dura como podem causar muitos acidentes. É óbvio que não é necessário falar sobre celulares e outros aparelhos ou brinquedos sonoros. Os brinquedos adequados para esse tipo de situação são os emborrachados, livrinhos que não tenham capa dura, livrinhos de tecido, quebra-cabeças de e.v.a, entre outros. E nunca os hinários da Igreja podem se transformar em brinquedo ou bloco de desenhar, os pequeninos têm toda capacidade de aprender o que pode e o que não pode ser feito com cada objeto desde que sejam ensinados dese bebês.
6 - Se a criança é pequena, é aconselhável levar além de tudo aquilo que toda mãe sabe que ela vai precisar, um pequeno travesseiro, uma mantinha e até um pequeno colchonete ou trocador.
7 - CUIDADO! Muitas vezes são os adultos que são irreverentes. As vezes basta um olhar para nos comunicarmos com uma criança ou jovem, não precisamos fazer um discurso ou chamar a atenção publicamente, achando que estamos cochichando quando na verdado fazemos muito mais barulho do que a criança.

Os pequeninos são a nossa maior dádiva, sua pureza os aproxima do Pai Celestial, eles são a maior bênção que podemos ter. Precisam do nosso amor sempre e retribuem com generosidade. Embora não seja tarefa fácil, podemos estar com eles e desfrutar da conferência. Se formos atenciosos com os detalhes e nos prepararmos, mesmo que não consigamos ouvir cada palavra dita, poderemos sentir o amor do Pai Celestial e Jesus Cristo por nós e fortalecer nosso testemunho, aumentar nossa fé e sermos espiritualmente revigorados junto com nossas crianças.

domingo, 21 de junho de 2009

Nada Acontece Por Acaso


Nada acontece por acaso. Se você quer que a Primária de sua ala seja o que o Salvador deseja que seja, precisa realmente fazer a sua parte. Pois, nada acontece por acaso.
O Planejamento é uma parte muito importante, por isso as reuniões de presidência precisam ser freqüentes e não ocasionais. Presidente e conselheiras precisam estar todas preparadas para dirigir a Primária como também para fazer o tempo de compartilhar, dar aulas, etc. As crianças não podem ser prejudicadas em hipótese alguma.
Vamos relembrar algumas coisas preciosas:

- uma das coisas que se faz nas reuniões de presidência, é preparar a agenda para os próximos domingos. Faça cópias do formulário da agenda suficientes para todo o ano, encaderne ( cada líder deve ter a sua), preencham juntas, estejam todas preparadas.

- não monopolize materiais, chave de armários, recursos. O ideal é que todas tenham as devidas cópias.

- se a sua Primária não tem uma secretária, ore e jejue a respeito de um nome e fale com o membro do bispado responsável pela primária. Não fique adiando isso e se sobrecarregando, um boa secretária pode fazer toda a diferença no rendimento de uma liderança.

- as líderes da primária podem e devem orar e jejuar pelos seus chamados e pelas crianças; embora muitas irmãs sejam muito capazes e talentosas, é preciso muito mais que isso para trabalhar com aqueles a quem o Salvador se referia quando disse "deles é o Reino dos Céus".

- ser paciente e amorosa com as crianças mais agitadas pode ser uma tarefa nada fácil, mas é o único meio de conseguir sua atenção. Essas crianças precisam sentir-se muito amadas, e muito importantes, elas gostam de ajudar segurando cartazes, distribuindo materiais, sendo responsáveis por alguma coisa. Nunca desista de uma criança ou "dê graças por ela não ter vindo", pois "dela é o reino dos céus", lembra?
Inclua essa criança na pauta da reunião de presidência e planejem um "tratamento de choque de amor" para ela.

- Acho que não preciso falar, mas eu vou falar: a presidência da Primária deve chegar CEDO para preparar a sala para receber as crianças. Quando elas chegarem deve haver música de prelúdio, uma recpcionista sorridente à porta para cumprimentá-las e lembrá-las de sentarem em reverência murmurando ou cantando o hino enquanto todas chegam. Alguns auxílios visuais já podem estar na sala para prender a atenção das crianças. E as cadeirinhas dos discursantes colocadas a frente da sala, as crianças que farão os discursos chegam e já se sentam lá.

- Enfim, com um bom planejamento, pode-se fazer da sala da Primária um lugar tão agradável para as crianças que elas talvez não queiram estar em outro lugar. Sua Primária é assim? Parabéns!

Nunca esqueça: Nada acontece por acaso.

domingo, 7 de junho de 2009

Preste bem atenção

179ª Conferência Geral Anual, Abril de 2009

Margaret S. Lifferth
Primeira Conselheira na Presidência Geral da Primária


RESPEITO E REVERÊNCIA

Devemos (…) cultivar respeito uns pelos outros e reverência por Deus em nosso lar e nas salas de aula.

O último capítulo de João trata de uma conversa especialmente branda entre Pedro e o Cristo ressuscitado. O Salvador pergunta três vezes: “Simão, filho de Jonas, amas-me?” E a cada vez que Pedro afirma seu amor ao Salvador, Jesus diz a ele: “Apascenta os meus cordeiros, (…) Apascenta as minhas ovelhas”.1

No mundo de hoje, há uma grande necessidade de nutrir a alma de nossos jovens e crianças com a “água viva” 2 e o “pão da vida”. 3 Assim como Pedro, também amamos o Senhor. Por isso, os pais e os líderes trabalham diligentemente para instilar em cada coração um testemunho de Jesus Cristo e de Seu evangelho. Ensinamos em nosso lar, no campo missionário, nas capelas e salas de aula de nossa Igreja. Preparamo-nos e convidamos o Espírito para estar conosco; mas para apascentarmos e nutrirmos Seus cordeiros e Suas ovelhas com testemunho e com o Espírito, devemos também cultivar respeito uns pelos outros e reverência por Deus em nosso lar e nas salas de aula.

Hoje, meu apelo é para que pais, professores e líderes trabalhem juntos para ensinar, para servir de exemplo e incentivar os padrões de respeito e reverência que fortalecerão nossos jovens e crianças e convidarão o espírito de adoração a estar em nosso lar e em nossas capelas.

Acredito que nossa habilidade e credibilidade para exemplificar a reverência por Deus são fortalecidas quando demonstramos respeito uns pelos outros. Na sociedade atual, os padrões de decoro, dignidade e cortesia são atacados por todos os lados e em todos os tipos de mídia. Como pais e líderes, nosso exemplo de respeito uns pelos outros é crucial para nossos jovens e crianças, pois eles não assistem somente à mídia, eles assistem a nós! Somos o exemplo que precisamos ser?

Façam a si mesmos estas perguntas: Sou exemplo de respeito em meu lar pela maneira como trato aqueles a quem mais amo? Como me comporto durante um evento esportivo? Se meu filho se desentende com um professor, treinador ou colega, escuto os dois lados da história? Demonstro tanto respeito pela propriedade alheia como pela minha? Como reajo àqueles de quem discordo em assuntos de religião, estilo de vida ou política?

Quando pais e líderes são exemplos e ensinam respeito pelos outros, confirmamos, no coração de nossos filhos, que cada um de nós é verdadeiramente filho ou filha de Deus e que somos irmãos para a eternidade. Vamos-nos concentrar nas coisas que temos em comum — nas qualidades que unem a família de Deus, em vez de nos concentrarmos nas diferenças.

Respeito pelos outros e reverência por Deus são primos muito unidos. Estão enraizados na humildade e no amor. O Presidente David O. McKay disse que a “reverência é o respeito profundo mesclado ao amor”,4 e o Élder L. Tom Perry ensinou que “a reverência emana de nossa admiração e respeito pela Deidade”.5 As crianças aprendem esse conceito, quando cantam este verso de uma música da Primária:

“Reverência é mais que sentar bem quietinho. É pensar com profundo fervor
Nas bênçãos que vêm do meu bom Pai Celeste.
Porque reverência é amor.”6

No entanto, o comportamento reverente não é uma tendência natural para a maioria das crianças. É uma qualidade ensinada pelos pais e líderes por meio de exemplo e ensino. Mas lembrem-se, se a reverência estiver enraizada no amor, seu ensino também estará. A rudeza ao ensinar gera ofensa e mágoa, não reverência. Assim, comecem cedo e tenham expectativas razoáveis. As crianças conseguem aprender a cruzar os bracinhos e preparar-se para orar. Isso pode levar tempo, paciência e perseverança; mas, lembrem-se de que não estamos apenas ensinando as primeiras lições de reverência à criança, mas sim que ela pode sair-se muito bem em suas primeiras tentativas de autodisciplina.

Esse processo de ensinar autodisciplina continua linha sobre linha e preceito sobre preceito. Assim, a criança aprende a ser reverente durante as orações e o sacramento. Ela senta ao lado dos pais durante a reunião. Depois, progride nas lições de autodisciplina e, mais tarde, aprende a jejuar, a obedecer a Palavra de Sabedoria, a fazer boas escolhas no uso da Internet e a guardar a lei da castidade. Cada um de nós cresce tanto em capacidade como em entendimento. Abençoamos nossas crianças e nossos jovens quando lhes damos o exemplo, os ensinamos e incentivamos nesse processo, pois autocontrole não é somente a raiz do respeito próprio: é essencial para convidar o Espírito a ensinar, a confirmar e a testificar.

Lembro-me de um discurso que o Presidente Boyd K. Packer fez em uma conferência, há quase 20 anos, intitulado “A Reverência Convida à Revelação”.7 Essa frase permaneceu em meu coração todos esses anos. Ela me lembra de que devemos criar, em nosso coração, em nosso lar e em nossas reuniões, locais de reverência que convidarão o Espírito a confortar, guiar, ensinar e testificar. Porque, quando o Espírito testifica a cada um de nós que Deus é nosso Pai e que Jesus Cristo é nosso Salvador, é essa revelação que convidará a verdadeira reverência, nascida do amor e do respeito profundo.

Então o que podemos fazer como pais e líderes? Podemos ser exemplos de reverência quando oramos humildemente, usamos um linguajar apropriado ao orar e empregamos os nomes da Trindade de maneira adequada. Podemos cuidar das escrituras com respeito e ensinar com convicção a doutrina nelas contida.

A reverência aumentará quando demonstrarmos o respeito adequado não só pelas Autoridades Gerais, mas também pelo sacerdócio local e pela liderança das auxiliares. Meu presidente de estaca é um amigo querido há mais de 30 anos e, como amigos, chamamo-nos pelo primeiro nome; mas, em público e certamente na Igreja, por ele servir em um chamado da liderança do sacerdócio, faço um esforço consciente para chamá-lo de Presidente Porter. Ensinar aos nossos jovens e crianças que é correto nos dirigirmos a nossos líderes como: presidente, bispo, irmão e irmã, incentiva o respeito e a reverência. Também ensina a verdade de que os líderes são chamados por Deus e receberam responsabilidades sagradas.

Como pais e líderes, devemos dar o exemplo de comportamento reverente em nossas reuniões da Igreja. Nossas capelas têm lugares para diversas atividades, mas aos domingos, elas são locais de adoração. Reunimo-nos para renovar os convênios que vão curar nossa alma. Vamos até lá para aprender a doutrina e fortalecer o testemunho. Os missionários levam pesquisadores. Somente com uma atitude de reverência, o Espírito pode confirmar as verdades do evangelho por meio da palavra de Deus, da música, do testemunho e da oração.

Somos um povo amigável e amamo-nos uns aos outros; mas a reverência aumentará se as conversas ocorrerem no saguão e se a reunião sacramental começar com o prelúdio, não com a primeira oração. Incentivamos a reverência quando levamos para fora da capela uma criança chorando e encontramos outra sala onde podemos continuar ouvindo a reunião, até que o bebê se acalme ou a criança seja confortada. A reverência inclui desligar os celulares, eletrônicos portáteis e computadores de mão. Enviar mensagens de texto ou ler e-mails em uma reunião da Igreja não é apenas irreverente: desvia a atenção e mostra falta de respeito por quem estiver ao nosso redor. Portanto, somos exemplos de reverência quando participamos da reunião, ouvimos os oradores e cantamos juntos os hinos de Sião.

Nossos professores da Primária, Escola Dominical e dos programas para os jovens têm oportunidades específicas de ensinar e dar exemplos de respeito e reverência. Permitam-me dar algumas idéias.

Primeiro, amem seus alunos. Geralmente, a criança que mais perturba é a que precisa mais do seu amor.

Dediquem tempo para explicar o que é reverência e porque é importante. Mostrem uma gravura do Salvador. Definam o comportamento aceitável e, então, sejam amorosos e persistentes não só quando incentivam, mas quando esperam que isso aconteça.

Estejam preparados. Preparem não só o material, mas a si mesmos para ensinar com o Espírito. Muitos problemas com a reverência podem ser resolvidos por meio de uma aula bem preparada na qual os alunos participam.

Falem com os pais de crianças que possuem deficiências para determinar o que se deve esperar delas, porque toda criança merece a chance de progredir.

Utilizem os recursos da ala para ajudar. Geralmente, se há problemas de reverência entre os jovens ou entre as crianças, há problemas de reverência na ala. Levem os problemas para o conselho da ala, no qual os líderes poderão trabalhar juntos para aumentar o respeito e a reverência em todos os níveis.8

Anos atrás, o Presidente Packer prometeu as bênçãos do Senhor àqueles que adorassem em reverência. Certamente essas promessas se aplicam a nossos dias.

“Embora talvez não vejamos uma transformação imediata e miraculosa, tão certo quanto o Senhor vive, haverá uma transformação silenciosa. O poder espiritual na vida de cada membro e na Igreja aumentará. O Senhor derramará Seu Espírito sobre nós mais abundantemente. Ficaremos menos inquietos, menos confusos. Encontraremos respostas reveladas para problemas familiares e pessoais.”9

Acredito nas promessas de um profeta. Sei que tenho um Pai Celestial amoroso e que Seu Filho, Jesus Cristo, é meu Salvador. Oro para que o aumento de nossa reverência reflita nosso amor mais profundo por Eles e aprimore nosso desempenho na tarefa de apascentar Suas ovelhas. Em nome de Jesus Cristo. Amém.
Notas
1. João 21:15–17.
2. Ver João 4:10–14.
3. João 6:48.
4. David O. McKay, Conference Report, abril de 1967, p. 86.
5. L. Tom Perry, “Serve God Acceptably with Reverence and Godly Fear”, Ensign, novembro de 1990, p. 70.
6. “Reverência É Amor”, Músicas para Crianças, p. 12.
7. Ver Boyd K. Packer, “A Reverência Convida à Revelação”, A Liahona, janeiro de 1992, p. 23.
8. Ver Ensino, Não Há Maior Chamado, (1999), pp. 82–87.
9. A Liahona, janeiro de 1992, p. 23.